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Genro de Silvio Santos nega interferência do governo federal no SBT

Neste sábado (23), o telejornal SBT Brasil deixou de ir ao ar pela primeira vez desde sua estreia, em 2005


Por Folhapress Publicado 24/05/2020
(São Paulo – SP, 02/05/2019) Presidente da República Jair Bolsonaro, durante entrevista ao apresentador Silvio Santos. Foto: Alan Santos/PR

Genro de Silvio Santos, 89, o deputado federal Fábio Faria (PSD), 42, usou as redes sociais neste domingo (24) para desmentir especulações de que a não veiculação do SBT Brasil no sábado (23) tenha ocorrido por influência do governo federal, a fim de evitar a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, divulgado na sexta (22).


“Mentira, mentira, mentira”, disse o marido de Patrícia Abravanel, 42, em seu perfil no Twitter, afirmando que “jamais houve reclamação do governo sobre a divulgação do famoso vídeo no SBT”. “O governo comemorou o vídeo”, continuou o deputado, dizendo que seu sogro jamais aceitaria qualquer tipo de interferência e que o vídeo será exibido na íntegra no “Programa Silvio Santos” deste domingo (24).


Em publicação feita na sexta (22) na mesma rede social, Faria classificou a divulgação do vídeo como “um tiro no pé”. “O tempo de TV que Bolsonaro não teve na campanha, deram agora. (…) Tirando os palavrões, está parecendo mais uma peça de marketing do que prova contra o presidente”, comentou, chamando atenção para a repercussão positiva na economia.


ENTENDA O CASO

Neste sábado (23), o SBT Brasil deixou de ir ao ar pela primeira vez desde sua estreia, em 2005. Em seu lugar, foi exibida uma reprise do programa de fofocas Tritutando (ex-Fofocalizando). Segundo o colunista Tony Goes, Silvio Santos teria ficado descontente com a edição de sexta (22) do jornalístico, que deu destaque ao vídeo da reunião ministerial divulgado na sexta (22), e, no dia seguinte, teria circulado no departamento de jornalismo que era para “pegar leve no SBT Brasil”. “Nada de abrir muito espaço para a repercussão, largamente negativa, que o vídeo teve no mundo político, jurídico e empresarial”, disse o colunista.

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