23 de fevereiro de 2020

Morador em situação de rua de Limeira é morto em Rio Claro

Assassino, que também seria de Limeira, foi preso momentos depois pela PM de Rio Claro


Por Redação Educadora Publicado 23/01/2020
CRÉDITO: Reprodução Jornal Cidade de Rio Claro

O morador em situação de rua Florentino Velasquez foi encontrado morto no centro de Rio Claro, na manhã desta quinta-feira (23). Testemunhas acionaram a GCM da cidade vizinha para comunicar a localização do corpo. Ao lado deles, os agentes da corporação local encontraram um pedaço de madeira, que poderia ter sido usado no crime. A vítima era atendida pelo Ceprosom de Limeira e estava na cidade até a noite desta quarta-feira, quando teria dito a outros moradores de rua de Limeira que estaria indo para Rio Claro. Durante as primeiras diligências, a polícia conseguiu localizar uma imagem de uma câmera de segurança de um imóvel próximo ao local do crime, que mostra o suspeito deixando o local. Ele chega a lavar os pés em uma poça d’água antes de desaparecer do foco da câmera. (Veja a imagem)

Momentos depois, uma equipe da PM da cidade encontrou o suspeito caminhando perto da rodovia Washington Luis. Abordado, ele confessou o crime e disse que teria usado uma faca e uma tesoura no assassinato, mas estes objetos não foram localizados. O suspeito ainda estava sujo de sangue e a suspeita é que ele estaria tentando deixar Rio Claro. Ele também seria atendido pelo Ceprosom de Limeira e estaria voltando para a cidade. A motivação, de acordo com o homem, seria uma dívida de R$ 20 que a vítima tinha com ele.

NOTA: Inicialmente, a Polícia Civil de Rio Claro trabalhou com a possibilidade de o morto se chamar Carlos Antonio Velasquez. Essa hipótese se deu pelo fato de Florentino carregar consigo um boletim de ocorrência de perda de documentos em nome de Carlos. Porém, foi verificada uma inconsistência na informação. Na tarde desta quinta-feira, Carlos se apresentou na delegacia de Rio Claro e disse que o corpo era do irmão dele. Acredita-se que Florentino usava o nome do irmão. Funcionários do Ceprosom de Limeira confirmaram que a pessoa morta sempre se identificou como Carlos, mas nunca portava documento. Florentino era natural de Limeira. (Colaborou Vlada Santis/ Jornal Cidade de Rio Claro)