23 de julho de 2019

‘Pedófilo me convenceu de que aliens matariam minha família se eu contasse sobre estupros’

No início da década de 1970, Jan foi sequestrada na própria casa em Idaho, nos EUA, por um homem que abusou dela por anos e chantageou a família


Por Redação Educadora Publicado 18/06/2019
Robert Berchtold era um amigo próximo da família Broberg, mas abusou de Jan (direita) por quatro anos. Foto: (ABDUCTED IN PLAIN SIGHT TOP KNOT FILMS)

O pesadelo de Jan Broberg começou quando ela tinha 12 anos. Acordou com os pés e mãos amarradas a uma cama, enquanto escutava uma gravação que lhe dava ordens diretas.

“Pensei que tinha sido sequestrada por extraterrestres”, recorda. “Foi a coisa mais assustadora que já me aconteceu. Estava aterrorizada por essa voz e o que dizia essa voz”, conta Jan em uma entrevista à BBC Radio 5 Live.

No início da década de 1970, Jan foi sequestrada na própria casa em Idaho, nos EUA, por um homem que abusou dela por anos e chantageou a família.

A história de Jan virou documentário da Netflix – Abducted in Plain Sight -, que ganhou o título em português de Sequestrada à Luz do Dia.

Robert Berchtold era um amigo da família Broberg. Frequentava regularmente a igreja e era respeitado na comunidade. Tratava os Broberg com carinho e os fazia sentir especiais.

Quando Jan foi sequestrada, os pais não imaginavam que Berchtold fosse suspeito ou pudesse fazer algum mal a ela.

Ela conta que os pais chamaram a polícia no dia em que ela foi andar a cavalo mas não voltou pra casa. “Mas não passou pela cabeça deles que se tratava de um sequestro ou um desaparecimento. Acreditavam que poderia ter havido um acidente”, diz.

Mas, na verdade, Jan tinha sido sequestrada. Foi drogada e levada para quilômetros de distância, no deserto mexicano.

Jan acordou no motorhome de Berchtold. As gravações que escutou ao abrir os olhos diziam que os extraterrestres haviam tomado conta de tudo. Ela acreditou.

“A mensagem dizia: ‘vá até a frente do motorhome e conhecerá seu companheiro’.” “Nas fitas, me chamavam o tempo todo de ‘a companheira’. Me levanto e quem está deitado no pequeno sofá? Robert Berchtold.”

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