16 de dezembro de 2019

O Dia Na História: no dia 22 de novembro morre o presidente John Fitzgerald Kennedy

JFK, como era conhecido, foi morto a tiros enquanto desfilava em carro aberto na cidade de Dallas, no Texas


Por Redação Educadora Publicado 22/11/2019
Divulgação

Em 1718, o pirata Barba Negra, que aterrorizava o Caribe e a costa sul da América do Norte foi morto numa batalha com a Marinha Britânica. O confronto aconteceu na costa da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Decreto de Dom Pedro I transformou em lei o projeto de Antonio Carlos Ribeiro de Andrada, em 1823, que repudiava a censura e declarava livres a impressão, publicação, compra e venda de escritos de todas as qualidades, com algumas exceções. Essa foi a primeira lei sobre a liberdade de imprensa no Brasil.

Foi inaugurada, em 1842, no bairro de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, a primeira agência dos Correios do Brasil, adotando o sistema de entrega a domicilio.

No ano de 1910, uma revolta de marinheiros ficou conhecida como “Revolta da Chibata”. O grupo protestou contra o sistema violento da Marinha do Brasil, que punia os marinheiros com chibatadas. Um grupo, liderado pelo cabo João Cândido, tomou controle do navio Minas Gerais e matou um comandante e mais três resistentes ao movimento, causando pânico geral na cidade do Rio de Janeiro, já que outros três navios aderiram ao movimento.

Morre em 1963 o presidente dos Estados Unidos John Fitzgerald Kennedy. Ele foi assassinado em Dallas, Texas, enquanto desfilava em carro aberto pela cidade. A polícia prendeu Lee Harvey Oswald como autor do crime.

A ditadura militar extinguiu, em 1979, os partidos MDB e Arena, e estabeleceu no Brasil o pluripartidarismo, numa tentativa de enfraquecer a oposição, que ganhava cada vez mais força política, devido ao crescimento da ideia de redemocratização do país.

Mike Tyson venceu Trevor Berbick e tornou-se aos 20 anos o mais jovem campeão dos pesos pesados de todos os tempos, em 1986.

Levantamento do instituto de estudos de saúde suplementar revelou, em 2017, que somente em 2016 morreram 302 mil pessoas em hospitais públicos e privados por erros médicos, como dosagem excessiva de medicamentos, uso incorreto de equipamentos, infecção hospitalar, entre outros. As maiores vítimas foram bebes com menos de 28 dias e idosos com mais de 60 anos.