22 de novembro de 2019

Prefeitura de Limeira obtém licença e garante sobrevida do aterro sanitário por mais 5 anos

O secretário da pasta, Dagoberto Guidi, ressalta que a fase 2B começou a operar em 2013


Por Nani Camargo Publicado 03/05/2019

A Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Públicos, obteve hoje (3) a licença de operação do Aterro Sanitário. O instrumento, com validade até maio de 2024, foi emitido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). “A licença permite o alteamento das fases 2 e 2B garantindo a sobrevida do aterro por cinco anos para o recebimento dos resíduos domiciliares e industriais. Também houve a emissão da licença por mais cinco anos do aterro de resíduos inertes e da construção civil. Esse processo permite que tenhamos um tempo maior para avaliarmos as melhores alternativas para a construção da Fase 3 ”, destaca o prefeito Mario Botion.

O secretário da pasta, Dagoberto Guidi, ressalta que a fase 2B começou a operar em 2013 e que o aterro trabalha com tecnologia para condução, drenagem e queima completa de gás metano, proveniente da disposição de resíduos. “O aterro dispõe de todos os mecanismos de controle ambiental previstos na legislação municipal, estadual e federal”, salienta.

A administração municipal também desenvolve ações para melhorias no aterro e para o correto destino e tratamento dos resíduos sólidos. “O aterro sanitário gera em torno de 2.500 toneladas de chorume por mês, provenientes da disposição mensal de aproximadamente 6 mil toneladas/mês de resíduos sólidos domiciliares, por isso é fundamental a destinação adequada dos resíduos e a geração mínima de rejeitos”, explica a chefe da Divisão de Resíduos Sólidos, Isabela Giacon Pitton.

MELHORIAS

Em 2019, será concluída a substituição das geomembranas de impermeabilização nas três lagoas de armazenamento de chorume existentes no local. Além disso, houve a construção de um quarto reservatório. Os investimentos foram da ordem de R$ 2,5 milhões.

A prefeitura realiza, também, estudos para uma possível parceria público-privada visando a construção da chamada “Fase 3”, que dependerá da posse da terra da área em frente ao aterro e de seu licenciamento, cujo processo já foi iniciado junto à Cetesb.