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Ministro interino da Saúde lamenta mortes por covid-19 e exalta pacientes recuperados

"Não se trata de números, planilhas ou estatísticas, mas de vidas perdidas que afetam famílias, amigos e atingem o entorno do convívio social", escreveu Pazuello


Por Folhapress Publicado 08/08/2020 Atualizado 09/08/2020
Fotos: José Dias/PR

Após o país superar 100 mil mortes em decorrência do novo coronavírus, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou neste sábado (8) que lamenta profundamente cada vida perdida na pandemia e exaltou o número de pacientes recuperados.

Em nota divulgada no início da noite, Pazuello disse que o Ministério da Saúde permanece trabalhando 24 horas por dia em parceria com estados e municípios para garantir que não faltem recursos, leitos, medicamentos e apoio às equipes de saúde.

“Não se trata de números, planilhas ou estatísticas, mas de vidas perdidas que afetam famílias, amigos e atingem o entorno do convívio social”, escreveu.
O ministro interino agradeceu aos profissionais de saúde que atuam no enfrentamento à covid-19. Ele ressaltou que pessoas com sintomas da doença devem procurar atendimento imediato em uma Unidade Básica de Saúde.

“O Brasil ocupa o primeiro lugar no mundo em número de pacientes recuperados, registrando mais de dois milhões de brasileiros curados”, afirmou.
Menos de cinco meses após registrar a primeira morte causada pela Covid-19, o Brasil superou, na tarde deste sábado, a marca de 100 mil óbitos decorrentes da doença.

Com o registro de 538 novas mortes desde a véspera até 13h30 deste sábado, o país soma assim 100.240 mortos pela doença, segundo dados coletados com as secretarias estaduais da saúde pelo consórcio formado por Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, o Globo e G1.

O número de casos registrados, por sua vez, beira os 3 milhões, com 21.732 novas notificações e um total de 2.988.796 pessoas que tiveram a infecção confirmada, mas é provável que haja subnotificação. Com isso, o Brasil tem hoje cerca de 6,5% dos casos mundiais e 13,8% dos mortos pela doença no mundo, embora o país abrigue apenas 2,7% da população do planeta.

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