Protagonismo feminino: gênero não define poder de realização


VARIEDADES
Por Jornalismo Educadora
Quinta, 11 de outubro de 2018 às 17:17
A cada dia as mulheres conquistam mais espaços no mundo, seja por empenho na carreira executiva, por empreendedorismo ou ações sociais. De acordo com pesquisa do Sebrae, entre 2000 e 2010, a participação feminina nas empresas cresceu de 28,4% para 34,9%. Já em 2016, mais da metade dos novos negócios foi fundada por mulheres.

Parte desse cenário, as brasileiras Katiane Vieira, Rita Mamede, Janaina Paes, Viviane Ferreira, Helda Elaine, Fabiana Couto, Carla Falcão, Andreia Gomes, Célia Rizzante e Roberta Pauli se uniram para defender causas sociais e ajudar a mudar o mundo.

Elas lançaram este ano o Livro “Mulher – Desperte o poder que há em você”, cujos direitos autorais serão integralmente destinados ao Instituto Nação de Valor, uma organização sem fins lucrativos que apoia projetos sociais em todo Brasil

A obra é um grande exemplo do protagonismo feminino que movimenta hoje a economia e a sociedade brasileira. As autoras já ocuparam altos cargos em grandes empresas, dividem com maestria as responsabilidades da vida familiar com a vida executiva, desenvolveram um jeito próprio de fazer negócios e estão cada vez mais engajadas em projetos que podem transformar o mundo.

“Experimentamos na prática o poder transformador da mulher que decide ser protagonista. Com este projeto, estamos mostrando a um número cada vez maior de mulheres e meninas que, através do autoconhecimento, somos capazes de fazer acontecer e transformar a sociedade”, afirma Katiane Vieira, presidente do Instituto, que se propõe a contribuir para os 17 Objetivos do Desenvolvimento da ONU.

Estas metas foram estabelecidas em 2015 para todos os países que querem acabar com a pobreza, erradicar a fome, alcançar igualdade de gêneros e promover o crescimento econômico sustentado do planeta.

Com estes objetivos em mente, elas passaram a se dedicar a projetos que visam o desenvolvimento humano por meio de ações que promovem autoestima, melhores condições de vida, cidadania, respeito à pluralidade, igualdade de oportunidades e inclusão social

Há mundo centenas de mulheres famosas por seu protagonismo, como mostram as duas edições do livro “Histórias de ninar para garotas rebeldes”, cada uma com 100 personalidades extraordinárias. Frida Kahlo, Rosa Parks, Serena Williams e Mayra Gabeira: mulheres que se tornaram exemplo de força e coragem.

Confiantes, elas abraçam causas poderosas e planetárias: atuam ou ainda trabalham pela igualdade social, pelo fim da discriminação e pela paz. Graças a elas, milhares de outras mulheres se sentem inspiradas a trabalhar e construir suas carreiras. Hoje são 8 milhões de empreendedoras no Brasil.

Além das empreendedoras, existem as executivas, que hoje já são muito valorizadas nas empresas, por suas capacidades de organização, tática e estratégia. Elas já assumem cargos de alta administração, imprimindo valores como justiça, família, respeito e a solidariedade na forma de influenciar decisões que movem grandes negócios e têm grandes impactos na sociedade.

Esta é a busca das autoras do Livro “Mulher”. O Instituto Nação de Valor iniciou seus trabalhos em março de 2017 e recebeu apoio da Involves e da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC) para um de seus projetos ligados ao Livro: o Projeto Uma Nova Mulher.

Por Estadão Conteúdo