Em SP, idoso é assassinado após roubo em saidinha de banco nos Jardins

Homem de 72 anos foi assassinado na Alameda Ministro Rocha Azevedo, nos Jardins


POLÍCIA
Por equipe
Terça, 20 de março de 2018 às 10:54
Um idoso de 72 anos foi assassinado a tiros em um caso de saidinha de banco na Alameda Ministro Rocha Azevedo, nos Jardins, zona oeste de São Paulo. O homem saía com R$ 40 mil de agência do banco Santander, próximo à Avenida Paulista, quando foi abordado e reagiu ao ataque. Um criminoso disparou duas vezes contra ele, que morreu na hora. Duas pessoas foram presas

De acordo com informações da Polícia Militar, o idoso deixava a agência por volta das 16h quando foi abordado. Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que ele é abordado, segura um pacote e leva o primeiro tiro no quadril. Segundo a PM, depois que a vítima foi ferida, o criminoso ainda disparou mais uma vez, no peito. O idoso não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Testemunhas conseguiram anotar a placa do veículo usado pelos criminosos, um Peugeot 206 preto. Eles fugiram no sentido da zona leste. A identificação foi fornecida ao 190. Segundo a PM, foi o sistema de câmeras de inteligência que identificou o carro circulando na Avenida Celso Garcia, no Brás, região central, o que levou a acionamento de viaturas.

Uma equipe das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) passou a perseguir o veículo, que chegou a causar um acidente, colidindo contra uma moto em um cruzamento. No momento da batida, um suspeito se rendeu e outro tentou fugir a pé. Depois de bater em um pedestre, ele caiu e foi capturado pela polícia.

A Rota diz que um deles confessou participação no crime. "Eles disseram que já observavam a vítima há 15 dias no banco e planejaram o crime. Depois que ela reagiu, atiraram", contou o tenente Rodolfo Corce, da Rota, acrescentando que os suspeitos já respondem por outros roubos. Cerca de R$ 39,5 mil foram encontrados no painel do veículo apreendido.

Parentes da vítima compareceram ao 78º Distrito Policial (Jardins), que investiga o caso, onde disseram que o dinheiro seria usado para um pagamento da empresa da vítima. As identificações dos envolvidos não foram reveladas.

Fonte: Estadão Conteúdo

Padre Marcelo Rossi

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